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Uma doce Ironia "Doce"

Aqui você encontra frases e palavras que descrevem meu momento ... que me traduzem!


contato: manuella.a.sousa@gmail.com

“As palavras não nascem amarradas, elas saltam, se beijam, se dissolvem, no céu livre, por vezes um desenho, são puras, largas, autênticas, indevassáveis”.

Drummond

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Manuela Alves
Adoro gente sincera e inteligente, letras de música, libélulas e cachorrinhos. Amo minha mãe, meu amor “Kim”, minha família e amigos. Adoro a noite, o céu e o vento, o frio, escrever, ler, assistir filmes com pipocas, chocolate, beijo na boca, edredom, risadas fora de hora, passear de mãos dadas, escutar historias dos mais velhos, muito queijo, lilás, fadas, cheiro de chuva, sorvete, dormir, conversar com minhas amigas até tarde da noite comendo brigadeiro de panela, carnaval, aniversário, adoro rock, violão e voz, MPB, adoro Zeca Baleiro, Ana Carolina, Clarice Lispector, Mario Quintana, telefonemas inesperados, e mais um tanto de coisas... Não necessariamente nessa mesma ordem... Não tolero a falsidade, e prefiro a sinceridade. Sou curiosa e generosa. Aposto nas pessoas e acredito em seu potencial, gosto de cantar alto mesmo que totalmente desafinada, carinho, fazer planos, aprender coisas novas, entre outras muitas coisas, VIVER. A única coisa que exijo e que não me ROTULE me CONHEÇA.
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quarta-feira, 11 de maio de 2011


Trecho de um texto publicado no blog Salada Mista por Elise Machado que me identifiquei muito!




 ...A inocência nos faz menos hipócritas também. E como o nosso tempo atual é hipócrita...

Precisa de manual de regras pra viver nessa sociedade.


Sinto muita falta também da inocência da minha virgindade.

Ai, que saudades da minha virgindade!

Não daquela membrana ridícula, que não significa nada.
Aquela inocência virgem que nos permitia ficar horas e horas beijando, e só.
Porque quando a gente é virgem, aproveita a inocência ao máximo.
Que importava engolir ou cuspir, por cima ou de costas,
quem botava o que onde, hetero, gay, trans ou homoafetivo?
Nos importava era beijar.
Era acariciar. Com calma, e ao mesmo tempo com ansiedade.
Era descobrir o outro.
Era taquicardia, borboletas no estômago.

Hoje, a nossa pressa e falta de inocência é quase uma mata-borboletas, um Baygon.
Quem tem tempo para elas?
A gente está mais preocupado com o nosso desempenho -
eles, se vão saber fazer tudo. Elas, se vão deixar que eles façam tudo.
Neurose pra trepar que estraga o negócio.

Ser inocente não tem preço.
Te permite ser livre.
Livre do medo de parecer bobo, livre do medo de se expor, de se mostrar.
Do medo de gostar e não ser gostado de volta.
Ser ingênuo e inocente te livra de ser um vellhaco, safo.
Porque tantos velhacos safos juntos estão cansando o convívio.

Saudades disso.
Desse "é porque é", sem explicação.
Sem racionalização.
Sem neurose, medo, motivos obscuros, sem levar vantagem.

Saudades do tal desconhecido que queria te oferecer flores.
Não pra te levar pra cama.
Só porque te achou bonita.
Saudades desse Impulse.