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Uma doce Ironia "Doce"

Aqui você encontra frases e palavras que descrevem meu momento ... que me traduzem!


contato: manuella.a.sousa@gmail.com

“As palavras não nascem amarradas, elas saltam, se beijam, se dissolvem, no céu livre, por vezes um desenho, são puras, largas, autênticas, indevassáveis”.

Drummond

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Manuela Alves
Adoro gente sincera e inteligente, letras de música, libélulas e cachorrinhos. Amo minha mãe, meu amor “Kim”, minha família e amigos. Adoro a noite, o céu e o vento, o frio, escrever, ler, assistir filmes com pipocas, chocolate, beijo na boca, edredom, risadas fora de hora, passear de mãos dadas, escutar historias dos mais velhos, muito queijo, lilás, fadas, cheiro de chuva, sorvete, dormir, conversar com minhas amigas até tarde da noite comendo brigadeiro de panela, carnaval, aniversário, adoro rock, violão e voz, MPB, adoro Zeca Baleiro, Ana Carolina, Clarice Lispector, Mario Quintana, telefonemas inesperados, e mais um tanto de coisas... Não necessariamente nessa mesma ordem... Não tolero a falsidade, e prefiro a sinceridade. Sou curiosa e generosa. Aposto nas pessoas e acredito em seu potencial, gosto de cantar alto mesmo que totalmente desafinada, carinho, fazer planos, aprender coisas novas, entre outras muitas coisas, VIVER. A única coisa que exijo e que não me ROTULE me CONHEÇA.
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010


Quando vejo essas imagens tenho medo do fim, sei lá... Sinto um aperto tão grande no coração quando vejo o depoimento ou fotos de pessoas que perderam investimentos que custaram caro, casas que demoraram anos pra serem erguidas (a minha casa demorou 7 anos e ainda não ta como meus pais querem), famílias que foram desfeitas, que perderam o mais importante – seus entes queridos, casais que não construíram uma família, uma vida a dois,  – imagino as pessoas que amo passando por isso. Imagino minha mãe que morre de medo de uma chuvinha de verão, imagino meu namorado longe da família, imagino meus amigos, imagino amigos nos Estados Unidos e na Europa, imagino os parentes do meu pai que moram no Peru, imagino tantas coisas...
O Brasil não é mais um país que raramente era afetado por esses desastres naturais, de vez ou outra vemos na TV grandes catástrofes tão pertinho. Moro em Cruzeiro do Sul no Acre, aqui ainda é muito, muito raro acontecer algum desastre natural desse porte, oro pra Deus para que continue assim.
Fiquei muito triste ultimamente com os fatos que aconteceram em Angra no Rio, em Minas, e agora lá no Haiti.  Às vezes tenho a impressão que um círculo esta se fechando, não sei dizer bem em torno do quê – mais acho que em torno de si, em torno da terra, em torno dos culpados por isso, em torno de NÓS.

2 comentários:

Anônimo disse...

gostei muito!

Denise do Egito disse...

Manuh
Catástrofes naturais sempre aconteceram em todo mundo. A natureza muda com o tempo: a temperatura, o mar, assim como o sol e seus raios UV enfim, é o movimento da vida. Penso qu emuitas pessoas se acomodam e vivem em locais perigosos e quando perguntadas porque não se mudam, dizem "Deus é quem sabe". Não é por aí, não... Mas essa é uma longa história.
Um beijo pra você e bom fim de semana